Plastic packaging in 2026: trends and the market

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2026 em foco: o que vai mover a embalagem plástica

O setor entra em 2026 com duas forças em alta: consumo conveniente e escrutínio técnico. O avanço do varejo digital e do delivery mantém os flexíveis em evidência, enquanto a pressão por conformidade e alegações ambientais auditáveis definem quem cresce com credibilidade. Relatórios de entidades como ABRE e Euromonitor destacam a resiliência dos flexíveis e a importância da experiência no unboxing e no PDV (referências setoriais amplamente reconhecidas). No portfólio, a Qualyvac oferece caminhos para equilibrar custo, barreira e estética com materiais e formatos adequados a cada categoria.

Regulação e confiança como vantagem competitiva Para competir em múltiplos canais, a documentação técnica precisa estar em dia. O regulamento (UE) n.º 10/2011 segue como referência em testes de migração e listas positivas para materiais plásticos em contato com alimentos (EUR‑Lex). No Brasil, exigências da ANVISA e boas práticas de fabricação sustentam a produção. Na comunicação, o compromisso com metas claras e verificáveis, alinhadas a iniciativas como o Global Commitment da Ellen MacArthur Foundation, evita greenwashing e sustenta a marca. Recomendação: revisar claims à luz do artigo “A verdade sobre os plásticos e os desafios do greenwashing” (acesse).


Materiais e performance: onde inovar Três frentes devem guiar roadmaps:

  • Barreira confiável para vácuo e atmosfera modificada, com destaque para PA/PE. A linha nylon‑poli atende aplicações que pedem retenção de aromas, brilho e resistência, da proteína ao queijo.
  • Selagem rápida e consistente em altas cadências. As bobinas técnicas otimizam slip, espessura e tensão para cada máquina, melhorando OEE e reduzindo refugo.
  • Design para circularidade: reduzir estruturas desnecessárias, rotular com honestidade a reciclabilidade e informar rotas de descarte.

Categorias com tração

  • Proteína animal exige robustez mecânica. Cortes com osso e peças premium continuarão valorizando soluçõesresistentes à perfuração e linhas como P260 carne com osso.
  • Frios e embutidos avançam em porções e conveniência. O combo vácuo + apelo visual de Q21 e P220 atende da peça ao fatiado. Em tripas, a encolhívelP300 cria acabamento justo após o processamento.
  • Pratos prontos e “heat & eat” pedem termoformado com peel controlado e claridade — veja thermoformed film.
  • Pouches em expansão: stand‑up conquista snacks, ingredientes culinários, pet food e cosméticos pela ergonomia e pela área de marca (stand‑up).

Design que comunica valor a evolução do UX de embalagem passa por janelas que exibem o produto, rótulos legíveis e acabamentos premium. Estruturas laminadas equilibram proteção e estética quando a categoria exige. No universo de flexíveis, o próprio blog da Qualyvac descreve a tração setorial em “O crescimento da indústria de embalagens plásticas flexíveis no setor FFLV” (leia).

Eficiência operacional e custo

Com margens pressionadas, a embalagem vira ativo de produtividade. Programas de teste que medem falhas de selagem, perfuração, tempo de setup e refugo/milhar ajudam a elevar OEE e reduzir devoluções. Padronizar especificações por máquina e SKU, com validação em linha real, corta refugo e melhora o resultado no PDV. Em rotas longas, reforços mecânicos e alta barreira reduzem perdas.

Sinais para monitorar ao longo de 2026

  • Giro por SKU em canais digitais;
  • Taxa de devolução por integridade;
  • Tempo de linha por mil unidades;
  • Adesão a normas (documentação, migração, rastreabilidade);
  • CTR e conversão em páginas de produto com foco em visuals de embalagem.

Links que encurtam o caminho

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